
“NASCER, VIVER, MORRER, RENASCER AINDA E PROGREDIR CONTINUAMENTE, ESTA É A LEI”
(Frase que se encontra no dólmen do Codificador Allan Kardec, no Cemitério Père-Lachaise – Paris.)
Morto com a idade de 65 anos, Allan Kardec (1), consagrara a primeira parte de sua vida a escrever obras clássicas, elementares, destinadas sobretudo ao uso de professores primários e da juventude. Quando, por volta de 1855, as manifestações, em aparência novas, das mesas girantes, das pancadas sem causa ostensiva, dos movimentos insólitos dos objetos e dos móveis, começaram a atrair a atenção pública e determinaram mesmo, nas imaginações aventurosas, uma espécie de febre devida à novidade das experiências, Allan Kardec, estudando ao mesmo tempo o magnetismo e os efeitos estranhos, …
